
Médios Amazônicos
Na bacia Amazônica é encontrada a maior parte da diversidade dos peixes de água doce do mundo.
Por se tratar de uma região caracterizada por uma vasta rede de rios, lagos, riachos e áreas alagadas, como os igapós, a Amazônia abriga uma das maiores diversidades de peixes de água doce do planeta. Nesse ambiente dinâmico e altamente complexo, novas espécies são descritas com frequência, o que torna difícil determinar com precisão o número total de espécies presentes na região. Entre os peixes de médio porte que habitam esses ecossistemas, destacam-se as raias de água doce, especialmente adaptadas às condições dos rios amazônicos. Esses animais desempenham um papel importante no equilíbrio ecológico, ocupando nichos específicos e refletindo a extraordinária biodiversidade e os processos evolutivos únicos da bacia amazônica.
Espécies do tanque
Raia-Hystrix

Potamotrygon hystrix
Vivem na América do Sul, nas bacias dos rios Paraná e Paraguai, em áreas pantanosas camufladas no fundo arenoso. Essa espécie possui um ou mais ferrões na cauda, que são trocados 2 ou 3 vezes por ano. Essa espécie produz um muco super tóxico que fica acumulado em glândulas associadas ao ferrão que podem causar feridas dolorosas, dor de cabeça, náuseas e diarreia na presa. A toxicidade varia de acordo com a espécie.
Raia-motoro

Potamotrygon motoro
Encontrada na América do Sul, nas bacias dos rios Uruguai, Paraná, Paraguai, Orinoco e Amazonas. Assim como outras espécies de raia e tubarão, possuem o esqueleto de cartilagem. Possui o espiráculo, que é uma abertura atrás do olho, especializada para respiração. Produz um muco super tóxico que fica acumulado em glândulas associadas ao ferrão que podem causar feridas dolorosas, dor de cabeça, náuseas e diarreia na presa. A toxicidade varia de acordo com a espécie.




